As pessoas são o maior activo da organização. E o pior gerido.
Recruta-se num sítio. Marca-se ponto noutro. Avalia-se numa folha de cálculo. Controla-se o acesso num sistema que ninguém liga ao RH. No fim do mês, alguém volta a escrever à mão aquilo que já existia em cinco sistemas.
01
Informação fragmentada
O mesmo colaborador existe em cinco bases de dados que não se falam.
02
Trabalho refeito todos os meses
Horas, ausências e refeições exportadas, corrigidas e reintroduzidas à mão.
03
Conformidade impossível de provar
Formação, EPI e exames vivem em pastas. Numa auditoria, reconstrói-se de memória.
Não é um problema de software — é um problema de decisão. Quando o número chega, já não descreve a organização que existe hoje; o tempo das chefias vai para validar mapas em vez de gerir equipas; e o risco só aparece na auditoria, ou depois do acidente.